A espiral do tempo.

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Mais um ano se fecha, mais uma volta dada pela Terra em torno do Sol, sendo que este, no momento da minha concepção atravessava a casa da constelação de Aquário, com a constelação de Capricórnio no ponto mais alto do céu. Existem aqueles que creem na Astrologia, existem outros que não, e isso não vem ao caso agora, apesar de pelo que eu estudei e pesquisei sobre o assunto me fez levar a acreditar em boa parte do processo astrológico que pode ou não influenciar as nossas vidas, e pela minha constatação, eu consegui pegar o pior dos dois signos, tanto psicologicamente quanto fisicamente. E onde eu quero chegar com isso? Apenas queria chamar a atenção para o espaço e para o tempo.

Nos foi ensinado na escola que a Terra gira em torno do Sol, e que esse, desde os tempos de Galileu e Copérnico é o centro do Universo e os planetas giram em torno dele, o que é totalmente errado! Nós humanos temos essa terrível mania de isolar sistemas para facilitar o estudo de um fenômeno específico, sendo que a natureza de todos os processos naturais é a unificação de tudo que influenciou para que aquele fenômeno ocorresse. Se pensarmos nesse sistema fechado da terra formando elipses em torno do sol, teremos a percepção de que o tempo é cíclico e linear. Dia e noite, ano após outro, nascer e morrer, tudo é um ciclo, porém, se formos visualizar a real mecânica do nosso Sistema Solar, veremos uma espiral e não uma elipse formada pelos planetas em torno do Sol. Como assim? É que na hora de isolar o sistema para estudar as órbitas dos planetas, ninguém levou em consideração o movimento do Sol, que só move pelo espaço a aproximadamente 200 km/s.

Se observamos o Sistema Solar por esse prisma, notaremos então que os planetas formam uma cadeia gigante de espirais pelo espaço-tempo, seriam como pegadas deixadas por eles, e então, com essa visão, podemos notar que o tempo não é exatamente cíclico, mas uma espiral linear de acontecimentos que vão ficando marcados no passado e permeiam os passos dados pelos planetas no futuro. E como não podemos isolar sistemas, temos que levar em consideração a espiral traçada por cada indivíduo que reside em cada um desses planetas. Imagine quantas espirais poderíamos traçar. Bilhões só na Terra. Mas vamos nos concentrar em apenas uma espiral por vez. Cada um se concentre na sua.

Um exercício que eu convido todos a fazer é o do Espelho-espelho-meu. E você nem precisa de um espelho necessariamente para praticá-lo, basta usar os olhos da mente e você conseguirá ver sua imagem, a grande diferença é que essa imagem mental que você tem de você mesmo vem com as marcas psicológicas construídas por você ao longo dessa espiral de eventos. É nessa observação pessoal de eventos que você consegue caminhar nas pegadas deixadas por você no espaço-tempo e então um novo Universo se abre na sua mente, você começa a ver os fatos ocorridos na sua vida como um espectador, você vira 180 graus no passado. E essa regreção seria impossível e é a grande dificuldade que temos quando tentamos descobrir o porque das coisas no nosso passado, pensamos de maneira cíclica, e acabamos vendo um monte de imagens sobrepostas e embaralhadas.

Hoje completo 31 anos, e acordei com esse espelho na minha cabeça, essa reflexão do que eu sou, do que eu me tornei e deixei de me tornar, preciso abrir meu coração nesse momento e confessar que eu não estou nem um pouco contente ou satisfeito com o que sou hoje, sei do que passei no meu passado, dos problemas que vivi e olhando com o olhar de um espectador eu percebo que isso tem se tornado uma desculpa para tudo que eu não consigo alcançar. Tudo se torna uma lamúria da pessoa que eu deixei de ser por tempo perdido num passado que persiste em refletir no meu espelho, mas que já não se encaixa no reflexo atual que eu vejo. É hora de mudar a luz que ilumina minha mente, essa lâmpada já está muito velha.

Bonus-time!

Aproveitando esse espírito exotérico de auto-ajuda do post, vou apresentá-los a um dos treinos mais cruéis que eu já fiz. Cham-se “Pirâmide da Agonia”.

Como ela funciona? Imagine uma pirâmide com 10 degraus. Seu objetivo é escalar essa pirâmide, olhar o horizonte e descer. Legal né. Agora vem a parte da agonia.

Para subir cada degrau você tem uma meta, que progride de acordo com o degrau que você está. Cada passo nessa pirâmide é um sacrifício, tanto na subida quanto na descida.

Escolha 3 exercícios. Um fácil, um médio e um difícil. O fácil você faz 3 vezes, o médio 2 e o difícil 1. Esse é o primeiro degrau. No segundo degrau você multiplica tudo por 2, seriam 6 do fácil, 4 do médio e 2 do difícil  Agora é só progredir até o degrau 10 e voltar. Comece sempre pelo difícil, depois o médio e depois o fácil em forma de circuito. Vai uma sugestão abaixo.

1x 1 barra, 2 flexões, 3 agachamentos

2x 2 barra, 4 flexões, 6 agachamentos

3x 3 barra, 6 flexões, 9 agachamentos

4x 4 barra, 8 flexões, 12 agachamentos

5x 5 barra, 10 flexões, 15 agachamentos

6x 6 barra, 12 flexões, 18 agachamentos

7x 7 barra, 14 flexões, 21 agachamentos

8x 8 barra, 16 flexões, 24 agachamentos

9x 9 barra, 18 flexões, 27 agachamentos

10x 10 barra, 20 flexões, 30 agachamentos

agora volta pro 9, 8, 7… Até o primeiro degrau. Fazendo as contas, no final você fez 100 Barras, 200 Flexões de Braço e 300 Agachamentos. Tá de bom tamanho pra mim.

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